Cinepop
A Feiticeira Branca está morta. As árvores caladas, os anões, faunos, centauros, minotauros e criaturas que habitam o Reino de Nárnia, à beira da extinção. Aslam desaparecido. Nada mais está como antes. O mundo deixado pelos Reis Pedro e Edmundo e pelas Rainhas Susana e Lúcia está em ruínas, assim como o Castelo Cair Paravel. Surpresos, os irmãos Pevensie descobrem que 1300 anos se passaram, desde a ausência deles.
Cineplayers
Competente e mais adulto e sério que o anterior, ainda que alguns personagens fiquem devendo profundidade.
Cinegospel
A fé em um Deus que é invisível é outro assunto explorado, pois três das crianças não conseguem enxergar Aslam; só quando crêem que Lúcia o está vendo é que também passam a vê-lo.
Cineclick
A direção de arte é preciosa, do castelo de Miraz às armaduras de guerra; da concepção dos armamentos ao mais simples objetos de cena. São praticamente duas horas e meia de encher os olhos, com boas interpretações, elenco carismático e um roteiro que, se não é genial, tem tudo para agradecer aos “adolescentes” de todas as idades.
Pipocacombo
Toda continuação tem seus limites. Ainda mais quando se trata de uma adaptação literária. Salvo por este pressuposto, As Crônicas de Nárnia – Príncipe Caspian pode respirar mais aliviado. Contudo, saber explorar o próprio território a fim de verificar-se até onde vai a cerca é um critério necessário para alcançar o apogeu. Neste ponto, o longa deveu. O que torna a premissa inicial verdadeira, porém não válida.





![[FIXO] Leia as colunas escritas por Skandar keynes para o jornal The Tab Cambridge Beqqa-680x382](http://mundonarnia.com/wp-content/uploads/2013/05/Beqqa-680x382-60x60.jpg)



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