Divina e legendária ilha, visível no mundo de Nárnia apenas além de sua atmosfera, no mais distante do Grande Oceano Oriental, local governado pelo Imperador-de-Além-Mar e seu filho, Aslam. Ele vai além do Mar de Prata do Extremo Leste e, de fato, cerca o mundo inteiro, abaixo das estrelas do céu.
O País de Aslam é o local aonde os bons Narnianos vão depois de mortos. Sendo a borda do mundo, ele é provavelmente inacessível aos Narnianos vivo sem alguma intervenção de Aslam. No entanto, Ripchip tentou achar o País de Aslam, navegando em um pequeno bote, no Fim do Mundo, durante a viagem do Peregrino da Alvorada e não se sabe se ele conseguiu.
Devido ao fato do País ser além de todo território de Nárnia, permanece a dúvida em classifica-lo como sendo parte integrante de todo aquele mundo mágico, ou um paraíso mútuo, compartilhado por todo universo, sendo Nárnia apenas uma de suas possíveis entradas.
O local é conhecido por possuir imensas montanhas, sendo o local de ponto final dos mortos, onde viveriam pela eternidade, sempre em alegria e euforia.
No Fim do Mundo, quando Aslam traz a destruição, é revelado que Nárnia nada mais é do que a sombra perfeita do País de Aslam, conhecidas como Terras Sombrias. È sugerido pelo próprio Aslam, que seu país é o paraíso.
O Bosque Entre Dois Mundo poderia ser parte do País de Aslam, desde que ele fizesse parte dessas Terras Sombrias.
Principal porto localizado as Ilhas Solitárias, mas especificamente em Durne, sede do governo. O castelo de Porto Estreito foi a primeira sede do governo da região.
Capital da colônia Narniana nas Sete Ilhas. Ela é localizada em Brena, uma das ilhas. Dez anos antes após a morte da esposa de Caspian, ele escutou sobre uma aparição de Aslam no local e decidiu iniciar uma viagem até lá.
Lugar onde quem morresse iria descansar em paz. O mundo da morte fora criado pelo deus Calormano, chamado Tash, parte homem, parte dragão e parcialmente, urubu. As pessoas que acreditassem nele entravam em seu País
Distrito onde se localizavam as minas de sal do Tisroc. A conspiração de Tashlam, no ano de 2555 (Nárnia) enviava escravos Narnianos à região para que trabalhassem na extração.
O mais alto pico das montanhas de Nárnia, a leste do Passo principal para a Arquelândia.
Rei Luna derrotou o príncipe Rabadash no Pico da Tempestade, no ano de 1014 (Nárnia).
Mais tarde conhecido como Monte Piro, foi um gigante foi transformado em pedra por um herói, Olvin, da Arquelândia.
Ponte de pedra construída pelos antigos gigantes, que também construíram a cidade dos gigantes em ruinas. A ponte atravessava o desfiladeiro da Charneca de Ettin. Jill, Eustáquio e Brejeiro a travessaram na busca pelo príncipe Rilian, no entanto, a ponte já estava em desuso, possuindo enormes rupturas em sua extensão. Sobre a ponte, havia algumas esculturas, as quais lembravam os traços de centauros.
Enorme canyon que corta a Charneca de Ettin. Viajando até o norte, encontramos um desfiladeiro, cortado por um córrego, além de um pântano. As paredes do penhasco eram bastante íngremes e irregulares.
São localizados próximos ao Rio Ruidoso e é a casa da maioria dos paulamas de Nárnia.
Gramático telmarino narniano, autor de o Jardim Gramatical. Livros onde aparece: Príncipe Caspian.
Pirata e líder de uma gangue de traficantes de escravos nas Ilhas Solitárias, durante o reinado de Caspian X em Nárnia. Durante a viagem do Peregrino da Alvorada, quando o navio aportou pela primeira vez nas Ilhas Solitárias, sua tripulação foi capturada, a qual incluia Caspian X, Lúcia, Edmundo, Eustáquio e Ripchip, enquanto andavam por Felimath. Não reconhecendo seu rei, Pug o vendeu para um nobre, Lorde Bern; em seguida, tomou o resto da comitiva real e os levou para serem vendidos no leilão de escravos em Porto Estreito. Após Caspian ser reconhecido, sua autoridade foi restabelecida, aboliu-se a escravidão e ele resgatou seus amigos de Pug no mercado de escravos. O traficante estava sob pena de morte por raptar o rei, mas foi perdoado por Caspian.
Mulher de Miraz, antigo rei Telmar, usurpadores do trono de Caspian IX, inimigos verdadeiros dos Narnainos. Prunasprimia amava o marido, porém repudiava a seus parentes, incluindo seu cunhado e esposa, além de seu sobrinho adotivo, Caspian X. Quando ela ficou grávida, ficou claro que Caspian X seria uma ameaça política, devendo então ser executado.
Homem londrino que viajou à Nárnia, quando ainda era criança. Morava com sua tia Letícia e seu tio André. Foi nesse período que Digory Kirke(Professor Kirke) conheceu Polly Plummer, com que fez a primeira viagem a Nárnia. Ele e ela foram os únicos a assistirem a criação e a destruição de Nárnia.
Quando eram jovens, Digory e Polly visitaram Nárnia usando anéis mágicos. O tio de André fê-los com o objetivo de permitir a quem usá-los poder viajar a outros mundos (ou diferentes universos) passando primeiramente pelo Bosque Entre Dois Mundos.
Professora da escola Telmarina em Beruna. Quando Goendolina passa a seguir Caspian X e o Grande Leão, Aslama aprece e transforma a escola em um vaso campo, causando a fuga de alunos e da propria professora.
Nobre unicórnio, de cor creme-branco, com um chifre azul, melhor amigo do rei Narniano Tirian. Usava, na maioria das vezes, uma corrente dourada de ouro. Gentil com os amigos usava seu forte chifre como arma em batalhas. Nobre, nunca fora enganado pelo falso leão. No País de Aslam, ele deu o comando para todos irem “mais alto e além”.
Boa amiga do garoto Digory Kirke. Ela foi uma das testemunhas da criação de Nárnia. Ela foi a primeiro ser humano à entrar em Nárnia, junto com Digory.
Anão vermelho que viveu nos últimos dias de Nárnia. Fora o único anão a entrar no País de Aslam.
Coruja que auxiliou Eustáquio e Jill Pole, quando estes procuravam o Príncipe Rilian. Após conversar com as crianças, descobriu que a tarefa fora atribuia a elas por Aslam. Sabendo que Trumpkin nunca os permiria buscar o príncipe perdido, ele apareceu na calada da noite, levando Mísero e Pole ao Parlmento da Coruja, onde a história de Rilian foi contada. As corujas, então os levaram a Ettin, deixando-os nas mãos de um paulama que lá habitava chamado Brejeiro. Ele adentra no País de Aslam.
Mais tarde conhecido como Monte Piro, foi um gigante que fora transforamdo em pedra por Olvin, herói da Arquelândia. O resultado subsequente fora a mudança de seu nome, tornando-se referência no Grande Deserto. Algumas vezes, a montanha era chamada de Olvin, em tributo ao seu herói.